Entre as recomendações da AFN, está a contratação de uma perícia contábil financeira independente para garantir mais transparência às finanças do sindicato
A Auditoria Fiscal Nacional (AFN) do SINPAF esteve reunida, em Brasília, no período entre 20 a 24/01 para concluir a análise das finanças do sindicado no ano de 2013. Durante os cinco dias de trabalho, o grupo analisou os meses de junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro, ou seja, tanto as contas da antiga quanto da nova gestão à frente da Direção Nacional da entidade. Participaram do trabalho Carlos Antônio da Silva, Leny Machado, Edvaldo Amâncio e Aílson Madruga, eleitos pela categoria em setembro de 2013.
Em outubro passado, tão logo foi empossada a nova AFN, o grupo já havia se reunido em Brasília para a realização da análise financeira dos meses de janeiro, fevereiro, março, abril e maio. Naquela ocasião, uma série de problemas já havia sido identificada pela Auditoria Fiscal Nacional. Essas recomendações foram ratificadas no relatório concluído na semana passada.
Entre as recomendações da AFN, estão: a normatização do uso, aplicação e destinação do Fundo de Reserva do Sindicato; a elaboração de um Manual de Procedimentos Financeiros para as prestações de contas do SINPAF a ser utilizado também pelas Seções Sindicais; o estabelecimento de espaço para a AFN nas Plenárias Regionais para estreitar relações com as Seções Sindicais; e a suspensão da aceitação de recibos de prestação de serviço por pessoa física, devendo estes serem substituídos por notas fiscais de prestação de serviço emitidas pelo Poder Público.
Na avaliação do presidente da Auditoria Fiscal Nacional do SINPAF, Carlos Antônio da Silva, um dos grandes problemas enfrentados pelo grupo durante as análises está na falta de procedimentos internos para abertura de processos de pagamentos do sindicato. “Não havia organização de um processo único, onde pudéssemos identificar a solicitação, a autorização e a realização desse pagamento até o fim. O processo ficava todo espalhado em pastas diferentes e, muitas vezes, você não consegue descobrir se tudo foi feito corretamente. Então, nosso trabalho aqui requer o dobro e até o triplo de atenção para que possamos localizar cada etapa dos processos e organizá-los”, explica. Segundo Carlos Antônio, essa orientação já constava em relatórios na AFN anterior, cuja gestão encerrou em setembro de 2013.
O membro da Auditoria Fiscal Ailson Madruga explica que a análise dos meses de novembro e dezembro de 2013 não foi tão trabalhosa porque a nova Diretoria Nacional já passou a organizar seus processos financeiros seguindo as orientações conforme o relatório parcial da AFN, realizado em outubro, quando esta fez as análises de janeiro a maio de 2013. “Quando realizamos a primeira parte da auditoria, nos preocupamos em fazer um relatório parcial já com uma série de recomendações que orientasse a gestão que estava entrando”, esclarece.
Perícia contábil financeira independente
No relatório de análise das contas do Sindicato, a AFN também recomendou: “Necessário se faz, diante da situação encontrada, que se contrate imediatamente uma perícia contábil financeira independente para analisar as contas do SINPAF, por entendermos que a perícia independente tem capacidade técnica para emitir parecer sobre as demonstrações financeiras, balanço patrimonial e sugerir medidas de caráter judicial para preservar o patrimônio da instituição”.
Segundo o presidente do SINPAF, já foi iniciado o processo para a contratação de uma perícia contábil financeira externa para a entidade. A Direção Nacional está fazendo cotação no mercado para avaliar a empresa capaz de oferecer o serviço mais adequado às necessidades do Sindicato pelo melhor preço.
Planejamento da AFN para 2014
Pelo planejamento de trabalho da Auditoria Fiscal Nacional do SINPAF, o grupo deve se reunir em encontro ordinário a cada três meses. A próxima reunião está marcada para abril, quando serão avaliadas as finanças dos três primeiros meses deste ano.
Texto: Waleiska Fernandes/Assessoria de Comunicação do SINPAF
Em outubro passado, tão logo foi empossada a nova AFN, o grupo já havia se reunido em Brasília para a realização da análise financeira dos meses de janeiro, fevereiro, março, abril e maio. Naquela ocasião, uma série de problemas já havia sido identificada pela Auditoria Fiscal Nacional. Essas recomendações foram ratificadas no relatório concluído na semana passada.
Entre as recomendações da AFN, estão: a normatização do uso, aplicação e destinação do Fundo de Reserva do Sindicato; a elaboração de um Manual de Procedimentos Financeiros para as prestações de contas do SINPAF a ser utilizado também pelas Seções Sindicais; o estabelecimento de espaço para a AFN nas Plenárias Regionais para estreitar relações com as Seções Sindicais; e a suspensão da aceitação de recibos de prestação de serviço por pessoa física, devendo estes serem substituídos por notas fiscais de prestação de serviço emitidas pelo Poder Público.
Na avaliação do presidente da Auditoria Fiscal Nacional do SINPAF, Carlos Antônio da Silva, um dos grandes problemas enfrentados pelo grupo durante as análises está na falta de procedimentos internos para abertura de processos de pagamentos do sindicato. “Não havia organização de um processo único, onde pudéssemos identificar a solicitação, a autorização e a realização desse pagamento até o fim. O processo ficava todo espalhado em pastas diferentes e, muitas vezes, você não consegue descobrir se tudo foi feito corretamente. Então, nosso trabalho aqui requer o dobro e até o triplo de atenção para que possamos localizar cada etapa dos processos e organizá-los”, explica. Segundo Carlos Antônio, essa orientação já constava em relatórios na AFN anterior, cuja gestão encerrou em setembro de 2013.
O membro da Auditoria Fiscal Ailson Madruga explica que a análise dos meses de novembro e dezembro de 2013 não foi tão trabalhosa porque a nova Diretoria Nacional já passou a organizar seus processos financeiros seguindo as orientações conforme o relatório parcial da AFN, realizado em outubro, quando esta fez as análises de janeiro a maio de 2013. “Quando realizamos a primeira parte da auditoria, nos preocupamos em fazer um relatório parcial já com uma série de recomendações que orientasse a gestão que estava entrando”, esclarece.
Perícia contábil financeira independente
No relatório de análise das contas do Sindicato, a AFN também recomendou: “Necessário se faz, diante da situação encontrada, que se contrate imediatamente uma perícia contábil financeira independente para analisar as contas do SINPAF, por entendermos que a perícia independente tem capacidade técnica para emitir parecer sobre as demonstrações financeiras, balanço patrimonial e sugerir medidas de caráter judicial para preservar o patrimônio da instituição”.
Segundo o presidente do SINPAF, já foi iniciado o processo para a contratação de uma perícia contábil financeira externa para a entidade. A Direção Nacional está fazendo cotação no mercado para avaliar a empresa capaz de oferecer o serviço mais adequado às necessidades do Sindicato pelo melhor preço.
Planejamento da AFN para 2014
Pelo planejamento de trabalho da Auditoria Fiscal Nacional do SINPAF, o grupo deve se reunir em encontro ordinário a cada três meses. A próxima reunião está marcada para abril, quando serão avaliadas as finanças dos três primeiros meses deste ano.
Texto: Waleiska Fernandes/Assessoria de Comunicação do SINPAF

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